Vou lhe dizer. Que jogo cheio de emoção e reviravoltas, hein? De manhã cedo saíram do Arraial os Kaya N’gan Daya em direção ao maior jogo do acampamento: O Jogo de Vilas. Ao primeiro se encontrarem, selaram o destino desta tarde fortemente ensolarada e separaram as equipes, uma ficando para trás e outra seguindo a diante para fazer os enigmas e tarefas.
Em meio aos jogadores em cada equipe, existe um infiltrado. E eles foram estratégicos em guardar a informação até o momento mais oportuno. A ideia é usar a posição para ganhar alguma vantagem contra o adversário, seja atrasando seu jogo ou mesmo invibializando seu progresso inteiramente. As vezes, porém, são descobertos num momento de muita emoção, o que permite um jogo equilibrado e em contínua transformação. As equipes que resolvem seus enigmas por vezes também encontram no meio do caminho novamente adversários e precisam decidir se lutam ou se focam em garantir pontuações. Isso movimenta o jogo e traz situações dramáticas, onde quem estava na frente, acaba ficando para trás as vezes até no último minuto!








































































